Ovo, cadeirinha ou banco elevatório escolhidos pela idade do seu filho e já montados quando o carro chega, sem suplemento. O carrinho de bebé e as malas vão na bagageira, dentro da capacidade da categoria escolhida. O motorista acompanha o voo, aguarda duas horas a contar da aterragem e conduz com suavidade. São muitos, com os avós ou outra família? Dois carros partem juntos, para grupos de cinco a oito pessoas.
O seu trajeto
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Um sinal de 9 € basta para garantir a sua reserva. O restante paga-se ao motorista, com cartão ou em dinheiro.
Eco
1 a 4 passageiros
3 malas + sacos pequenos
Ecológico e económico
XL
1 a 4 passageiros
4 a 5 malas + sacos pequenos
Carrinha espaçosa e confortável
Berlina
1 a 4 passageiros
3 malas + sacos pequenos
Topo de gama e conforto total
XXL
5 a 8 passageiros
8 malas + sacos pequenos
Dois veículos que partem juntos
Transfer privado para famílias em Orly, em Paris e nos outros aeroportos. Ovo, cadeirinha ou banco elevatório sem suplemento, já presos quando entra no carro. Carrinho na bagageira, voo acompanhado, valor conhecido na reserva. De cinco a oito pessoas, dois carros partem juntos.
Viajar de avião com uma criança já quer dizer um carrinho, as malas e um horário que não perdoa. Fica a pergunta que todos os pais fazem ao reservar o carro. Vai haver cadeirinha? Na praça de táxis ninguém o promete. Numa aplicação, cabe aos pais levá-la. Connosco basta escrever a idade da criança na reserva, e o sistema adequado, do ovo ao banco elevatório, está a bordo quando o carro chega, sem pagar mais.
O serviço funciona nos dois sentidos, entre Orly, o Charles de Gaulle, Beauvais, as estações e a sua morada em Paris ou nos arredores. O seu motorista apresenta-se por mensagem antes da viagem, vai seguindo o voo e, depois de o avião aterrar, espera por si duas horas sem cobrar nada. Carrega as malas e o carrinho, e confirma consigo que a criança está bem presa antes de arrancar.
Vai ver o Mickey? As mesmas cadeirinhas acompanham-no no trajeto de Orly à Disneyland Paris com a família toda.
Em Portugal, a regra está no artigo 55.º do Código da Estrada. As crianças com menos de 12 anos e menos de 135 centímetros viajam num sistema de retenção homologado e adaptado ao seu tamanho e peso. No Brasil, a resolução 819 do CONTRAN fala de crianças com menos de dez anos que não tenham atingido 1,45 metro, e dispensa dessa exigência os veículos de aluguel e os de transporte remunerado individual de passageiros, ou seja, os táxis e os carros de aplicação.
Em França, a regra olha primeiro para a idade. Toda a criança com menos de dez anos viaja atrás, numa cadeira homologada e adaptada ao seu peso e à sua estatura. O site oficial Service-Public precisa que a cadeira está prevista até 1,50 metro de altura. À frente, uma criança só é admitida em casos precisos, por exemplo virada para trás com o airbag desligado.
A diferença que conta para quem viaja está na exceção. Em França vale para os táxis e para os transportes públicos, mas não para os VTC, que são o equivalente francês dos TVDE. Um táxi de Paris pode portanto levá-lo, a si e ao seu bebé, sem nenhuma cadeirinha, e está dentro da lei. Um motorista privado, pelo contrário, tem de ter uma adequada, e é ele, o condutor, quem é multado se faltar.
Dito de outra forma, num táxi a cadeirinha é uma cortesia. Num carro com motorista é uma obrigação. É por isso que a prevemos logo que nos diz que viaja uma criança.
A cadeirinha é escolhida pela idade que nos indicou, colocada no carro antes de ele sair para o ir buscar, e não custa nada. Quem conduz os nossos carros está habituado a famílias. Guia com suavidade e tem muito cuidado com as crianças, sobretudo quando o mais pequeno adormece pelo caminho. Fica a saber o nome do seu motorista e o preço da viagem antes do dia.
No aeroporto, como à porta de uma estação, entra-se no táxi que chega à frente da fila. Pode não ter cadeirinha, e a lei não lha exige. Algumas centrais aceitam um pedido com cadeirinha, desde que seja feito com antecedência. Para os recém-nascidos, uma delas chega a aconselhar os pais a levarem o seu próprio ovo.
As regras da Uber para França são claras. Quando a lei exige uma cadeirinha, cabe ao passageiro trazê-la e montá-la. A opção com cadeirinha que a aplicação lançou nos Estados Unidos não aparece em Paris. É preciso então viajar com a sua, e depois andar com ela durante toda a estadia.
A Bolt indica que só em algumas cidades existe uma categoria para crianças. Nas restantes é preciso escrever ao motorista depois do pedido para saber se tem cadeirinha, e a Bolt avisa que ele pode cancelar a viagem se não tiver. Os nossos clientes dizem-nos isso muitas vezes. Conseguir um carro com cadeirinha por uma aplicação continua a ser muito raro.
Um shuttle tem os seus horários e para para outros viajantes. Com uma criança cansada do voo, cada paragem pesa. E a pergunta da cadeirinha continua em aberto. Informe-se antes de pagar.
Para um recém-nascido é a concha presa de costas para a estrada, a posição recomendada nos primeiros meses, aquilo a que no Brasil se chama bebê conforto. Sai da maternidade ou volta da primeira viagem? Escreva-nos a idade em semanas ou em meses, e o ovo já está preso quando o carro chega.
Quando o bebé já se senta sozinho e deixa de caber no ovo, passa para a cadeirinha com os seus cintos. Indique-nos a idade e, se o souber, o peso. É o que nos permite escolher o modelo certo.
É o que os nossos clientes mais pedem. Com ou sem encosto, levanta a criança para que o cinto passe no ombro e não no pescoço, até ela ter altura para o dispensar.
Prefere aquela que o seu filho já conhece? Traga-a. O motorista dá-lhe uma ajuda a prendê-la e verifica consigo que fica firme. No avião segue no porão ou na cabine, conforme o que a sua companhia aceitar.
São cinco, seis, até oito? No formulário, ao lado das outras categorias, encontra a fórmula com dois veículos, por um preço só. Vão buscá-los ao mesmo sítio e à mesma hora, e seguem um atrás do outro até ao destino. Ninguém fica no passeio com as crianças a tentar apanhar outro táxi.
Cabe-lhe decidir em que carro vai cada cadeirinha. Pode pôr os mais pequenos com os pais e os mais velhos com os avós, ou o contrário. Escreva-o nos comentários.
O carrinho de bebé ou a alcofa vão na bagageira, sem suplemento, desde que tudo caiba na categoria escolhida. Com um carrinho volumoso e várias malas, escolha a XL, o carro com a bagageira maior. O formulário mostra, para cada categoria, o que ela pode levar, antes de pagar.
Segundo a Paris Aéroport, há um fraldário em cada bloco sanitário de Orly, antes e depois dos controlos, de dia e de noite. Depois dos controlos há um espaço para os mais pequenos em Orly 3, o terminal de onde parte a Transavia, e outro em Orly 4, o dos voos mais longos. Nas férias escolares, quando a afluência o permite, abrem-se nos controlos filas reservadas às famílias.
Para o carrinho e a cadeirinha na cabine, cada companhia tem a sua regra. Veja a da sua antes de partir. À chegada, o motorista indica-lhe por mensagem o ponto de encontro, ou espera-o com uma placa, se a tiver pedido. Se tiver uma dúvida antes de partir, o WhatsApp funciona também em português, e a resposta chega na sua língua, traduzida. No carro fala-se francês ou inglês e, quando é preciso, entra em cena um tradutor de voz.
Dali leva-o a casa de amigos, a um apartamento ou até ao seu hotel, em Paris ou ao lado do aeroporto de Orly.
Na manhã de um voo, com crianças, tudo demora mais. O motorista chega à morada com a cadeirinha já no lugar e espera um quarto de hora sem qualquer custo. A hora é escolhida por si. Junte uma margem para os imprevistos dos mais pequenos, e veja na página do centro de Paris quanto tempo se leva de Paris a Orly, bairro a bairro.
No aeroporto deixa-o no Parking Pro, a poucos passos das portas, ou, se lhe der mais jeito, junto à paragem rápida. A pedido, carrega as malas até ao check-in enquanto os pais dão a mão às crianças.
O mesmo serviço leva-o a uma estação de Paris, para seguir de comboio sem escadas de metro, ou a um voo da Ryanair com um carro com cadeirinhas entre Paris e o aeroporto de Beauvais, que fica a mais de uma hora de Paris.
Um ovo, uma cadeirinha ou um banco elevatório não se somam à conta. O preço depende apenas do trajeto, da hora e do carro. É um preço por veículo e não por pessoa, por isso é igual para um adulto com uma criança e para a família inteira. O transfer custa a partir de 59 € consoante o trajeto, sem acréscimo noturno, e o formulário indica-lho antes de qualquer reserva.
Uma vez confirmado, já não varia. Nem o trânsito nem um avião atrasado o alteram. Paga um sinal online, acerta o resto com o motorista, em numerário ou por cartão, e até 24 horas antes cancela sem custos. São as condições de todos os transfers com motorista privado que fazemos de Orly para Paris.
A reserva faz-se online, com 90 dias de antecedência no máximo.
Uma dúvida sobre a cadeirinha, ou mais uma criança à última hora? Escreva-nos pelo WhatsApp ou pelo formulário de contacto, e adaptamos a cadeirinha.
Nas últimas 2000 viagens.
Testemunhos de passageiros, recolhidos após a viagem.
Aterra em Orly e vai para a Disneyland? Um motorista espera por si e a viagem acaba à porta do hotel. Magical Shuttle, metro e RER, táxi: horários e tempos.
Muda de aeroporto em Paris? Distância, tempos e comboios entre Orly e o Charles de Gaulle, e um motorista que segue o seu voo e o deixa no terminal certo.
Aterra em Orly? Metro 14, Orlyval, táxi, Uber ou um motorista que o espera e o deixa à porta do hotel: tempos bairro a bairro e preço fixado na reserva.
Dorme em Paris, em Rungis ou ao lado dos terminais de Orly? Horários reais dos shuttles dos hotéis, e um motorista que segue o seu voo e o deixa à entrada.
Aterra em Orly e segue de comboio? Tempos reais até à Gare de Lyon, à Gare du Nord, a Montparnasse e a Massy TGV, de metro, táxi ou com motorista reservado.
Aterra em Orly e vai para Versalhes, La Défense ou uma localidade perto de Paris? Tempos reais, transportes públicos, táxi a taxímetro ou motorista reservado.