Orly 4 é o terminal de onde partem os voos longos da French bee, da Corsair e da Air Caraïbes, para as Caraíbas, a Polinésia, o oceano Índico e a América do Norte. Nenhum voo direto de Portugal aterra aqui, pelo que quem parte deste terminal vem quase sempre em ligação. Nesta página estão as companhias, a maneira de lá chegar vindo dos terminais 1, 2 e 3 ou do Charles de Gaulle, e o sítio onde o motorista o espera no regresso.
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Transfer privado de Orly 4 até Paris, a um hotel ou ao aeroporto Charles de Gaulle, quando aterra e quando parte num voo longo. Havendo atraso do avião, tem duas horas de espera incluídas, e as cadeiras de criança não se pagam. Quando são cinco a oito pessoas, reservam-se dois carros no mesmo pedido.
Um voo de longo curso não acaba quando o avião pára. Faltam a fronteira, os tapetes das bagagens e um fuso horário que pesa nas pernas. Quem desembarca em Orly 4 vindo de Papeete, da ilha da Reunião ou das Antilhas dormiu pouco e empurra um carrinho cheio. Nessa altura ninguém tem vontade de comparar tarifas num telemóvel quase sem bateria.
Com uma reserva feita antes da partida, esse último troço já está tratado. O motorista fica com o número do voo e vai-o seguindo durante toda a travessia. Se o avião aterrar uma hora mais tarde, ele sabe-o antes de si. Se o controlo dos passaportes se arrastar, espera. A contar da aterragem real tem duas horas, e o valor continua a ser o combinado.
Orly 4 é o antigo Orly Sul, um edifício separado dos outros três terminais. O carro aguarda no Parking Pro de Orly 4, o parque reservado aos profissionais, mesmo em frente à porta de entrada. Dali está-se em poucos instantes na estrada de Paris, do seu hotel ou do outro aeroporto, se o regresso a Portugal continuar pelo Charles de Gaulle.
Em Paris, a French bee usa um único terminal, Orly 4. Em outubro de 2026, a ficha da Paris Aéroport, que explora os aeroportos de Paris, indicava-lhe oito destinos. São Papeete, na Polinésia Francesa, a ilha da Reunião, Nova Iorque Newark, Miami, São Francisco e Montreal, e ainda Malé, nas Maldivas, e Colombo, no Sri Lanka. Em todas estas rotas, o edifício de partida e o de chegada são o mesmo.
Também a Air Caraïbes só opera a partir de Orly 4. Liga Paris a Pointe-à-Pitre, em Guadalupe, a Fort-de-France, na Martinica, e a Caiena, na Guiana Francesa. Voa ainda para Punta Cana, Samaná e São Domingos, para Cancún e para a ilha de São Martinho. De Portugal chega-se lá com um primeiro voo até Paris e depois com o voo longo que descola deste terminal.
A Corsair parte de Orly 4 para a ilha da Reunião, a Maurícia, Mayotte e Antananarivo, para Guadalupe e a Martinica, e para três cidades da África Ocidental, Abidjan, Cotonou e Bamako. Do mesmo terminal tem voos para Bordéus, Marselha, Nantes e Toulouse. Para a Reunião há portanto duas companhias, e outras duas para as Antilhas francesas. No bilhete muda o nome da transportadora, não o edifício de onde se descola.
A Royal Air Maroc, a Air Algérie, a Tunisair e a Pegasus têm os seus voos de Orly neste terminal. Aqui é fácil enganar-se. Muitas dessas mesmas cidades, de Casablanca a Tunes, são servidas também a partir de Orly 3, onde aterra a Transavia. E as quatro companhias descolam igualmente do Charles de Gaulle. Saber a cidade não chega, são precisos o nome da companhia e o código do aeroporto escrito na reserva.
Nenhuma companhia de Orly 4 voa para Portugal, segundo as fichas que a Paris Aéroport publicava a 10 de outubro de 2026. Quem sai de Lisboa, do Porto, de Faro ou do Funchal para apanhar aqui um voo longo chega por isso a outro edifício, num avião da TAP, da easyJet ou da Transavia. Temos uma página sobre Orly 1 e 2, os terminais dos voos de Lisboa e do Porto. Para passar a Orly 4 existem um autocarro gratuito de cinco em cinco minutos, mais ou menos, o Orlyval, que não se paga entre as estações do aeroporto, e uma passagem coberta. Se tiver dois bilhetes separados, pergunte à primeira companhia se a mala segue sozinha ou se tem de a levantar.
Há voos de Portugal, e a maior parte dos que vêm do Brasil, que chegam ao outro aeroporto de Paris, a uns quarenta quilómetros de Orly. A Paris Aéroport lembra que, quando os dois voos foram comprados em separado, uma ligação perdida não é reembolsada. De transportes públicos são precisos um comboio, uma mudança e cerca de uma hora e um quarto, com as malas na mão. Nós fazemos esse percurso de carro, de um terminal ao outro, e a página sobre a mudança de aeroporto de Orly para o Charles de Gaulle diz que margem deixar entre os dois voos.
Quando o voo longo descola de manhã, muitos viajantes preferem chegar no dia anterior. O Novotel Paris Cœur d’Orly Airport está ligado a Orly 4 por uma passagem, e ao lado ficam um ibis e um ibis budget, a que se vai a pé. Os outros hotéis estão em Rungis ou mais longe, servidos por autocarros com horários fixos. Se ficar em Paris, ou num hotel cujo autocarro não passa à hora do seu voo, vamos buscá-lo à porta. Os hotéis da zona estão na página sobre o transfer do aeroporto de Orly até ao hotel.
Quem chega de fora do espaço Schengen passa o controlo de fronteira antes de levantar as malas. Desde abril de 2026 funciona em França o sistema europeu de entradas e saídas, e nenhuma entidade publica quanto se espera nesse controlo. Pode levar poucos minutos ou bastante mais, quando aterram vários aviões grandes seguidos. Depois vêm as malas, que no regresso de uma viagem longínqua são muitas.
Por essa razão não faz sentido marcar uma hora exata para o encontro. O motorista conta a partir do momento em que o avião toca no chão, não da hora prevista, e as duas horas de margem cobrem com folga todo esse percurso. Não tem de telefonar a avisar, nem de fazer contas enquanto está na fila. Quando tiver as malas, basta uma mensagem.
Um conselho prático para quem volta de longe. À chegada, o telemóvel pode demorar a apanhar rede. Orly tem wifi gratuito em todos os terminais, numa rede chamada «WIFI-AIRPORT», e o WhatsApp funciona com ela. É por aí que o motorista lhe escreve.
Também não precisa de ter euros no bolso ao desembarcar de um país com outra moeda. O sinal ficou pago online no momento da reserva, e o restante paga-se no destino, também com cartão.
Antes do voo, o motorista escreve-lhe a apresentar-se, e assim fica a saber o nome dele, o número e o carro que conduz. Volta a dar notícias quando o avião aterra. Na mensagem de WhatsApp pede-lhe que partilhe a localização, e dessa forma vê em que ponto do edifício se encontra. O local do encontro é combinado entre os dois. Ele aproxima-se, com o seu nome escrito numa placa, assim que lhe disser que já saiu com as malas.
Prefere encontrá-lo lá dentro? Indique-o ao reservar. Nesse caso o motorista vê nos ecrãs das chegadas a porta por onde saem os passageiros do seu voo e espera-o nesse ponto. É a solução que as famílias costumam escolher, tal como quem vem a Paris pela primeira vez.
O carro está estacionado no Parking Pro, colado à entrada do terminal. Só lá se entra com um cartão profissional, e o movimento é muito menor do que na zona onde param os particulares. Do edifício à porta do carro são poucos passos, o que se nota com a bagagem de uma viagem longa. Se não der com o caminho, envie-lhe uma fotografia do que tem à frente, um letreiro ou o número de uma porta. Quem o espera conhece Orly 4 de ponta a ponta e vai ter consigo.
Decidiu tudo antes de partir, com calma, em casa. O valor, a categoria do carro, as cadeiras das crianças. À chegada não tem de esperar em fila nem de descobrir um preço. Sai, encontra o motorista e senta-se. É o mesmo princípio do TVDE reservado com antecedência, com alguém que vem por si a uma hora que depende do seu voo e não de um horário afixado.
Em Orly 4 fica no piso 0, na porta 48a, segundo a Paris Aéroport. Depois da chegada de um avião grande, a fila não é rara. Cabe-lhe o táxi que estiver à frente, seja qual for o tamanho, e a lei francesa não obriga os táxis a ter cadeira de criança. Fora de Paris, por exemplo para a Disneyland ou para Versalhes, paga-se o que marcar o taxímetro, minutos parados no trânsito incluídos.
São precisas uma ligação à internet e a aplicação já pronta no telemóvel, mal se sai de um voo intercontinental. A tarifa depende de quantas pessoas pedem carro naquele instante, e a Uber, no seu site, esclarece que não pode prometer que um motorista aceite. Alguns clientes que vieram ter connosco depois de experimentar uma aplicação contaram que, em Orly 4, o motorista não conseguia chegar até eles, por não ter o cartão do Parking Pro.
O metro não chega a Orly 4. A última estação da linha 14 fica perto de Orly 3. Para lá ir é preciso apanhar o autocarro gratuito, o Orlyval ou a passagem coberta, com toda a bagagem. De noite, com o metro fechado, saem da estação de autocarros de Orly 4 quatro linhas Noctilien para Châtelet e para a Gare de Lyon. Com uma mala grande por pessoa, nenhuma das duas soluções é cómoda. Para os tempos de metro e de carro, veja quanto tempo se demora de Orly aos vários bairros de Paris.
Num transfer com partida de Orly 4, o preço é a partir de 59 €. É o valor que se aplica aos três distritos de Paris mais próximos do aeroporto, o 13.º, o 14.º e o 15.º, e aos hotéis do próprio aeroporto. Para o resto da cidade, para a Disneyland ou até ao Charles de Gaulle paga-se mais, porque o trajeto é mais comprido. Para saber quanto, escreva no formulário desta página o aeroporto de Orly, a sua morada, a data e a hora. O resultado mostra as categorias de veículo lado a lado.
É um valor por carro, seja qual for o número de viajantes, e fica fechado quando reserva. O atraso do voo, o estacionamento e as portagens não acrescentam nada, e a noite não traz qualquer acréscimo. As malas estão incluídas desde que caibam no veículo escolhido, e no regresso de uma viagem longa a XL é a categoria com mais espaço para bagagem. Paga-se um sinal online e o resto é entregue ao motorista no fim do trajeto, com cartão ou em dinheiro. Até 24 horas antes, o cancelamento não custa nada. São as regras que valem para qualquer pessoa que decida reservar um transfer privado em Orly antes de viajar.
Não sabe que terminal indicar, a que horas pedir o carro ou que categoria escolher com muitas malas? Envie-nos a pergunta pelo WhatsApp, em português. A resposta volta por escrito, no mesmo idioma. O motorista, esse, fala francês e inglês. Durante o trajeto, quando faz falta, abre o tradutor de voz no telemóvel, uma ferramenta que usa constantemente com quem vem do estrangeiro. Não há aplicação para instalar. Reserva-se nesta página, e a confirmação segue para o seu correio eletrónico.
Escreva as idades ao reservar, no espaço dos comentários. O sistema adequado a cada uma, ovo, cadeira ou banco elevatório, já está montado quando o carro chega, sem qualquer custo. Não tem de o trazer de casa nem de o despachar no porão durante meia volta ao mundo. Orly 4 tem ainda uma sala para os mais pequenos depois dos controlos, útil no dia da partida. Os pormenores estão na página sobre as cadeiras de criança gratuitas nos transfers de Orly.
Uma família alargada a caminho das Antilhas, três casais amigos, um grupo de colegas de partida para a Polinésia. Nesses casos propomos dois carros, que deixam Orly 4 ao mesmo tempo e chegam juntos. Esta fórmula aparece no formulário, a seguir às categorias de um só carro, com um preço único que abrange os dois veículos, e a reserva continua a ser uma só. As cadeiras de criança repartem-se entre um carro e o outro como preferir. Ninguém fica para trás à procura de um segundo transporte.
Uma parte das famílias que aterram em Orly 4 não vai para Paris, vai para os parques. O autocarro Magical Shuttle sai deste terminal entre as 9h00 e as 19h00, segundo o horário do seu operador, e nem todos os voos longos aterram dentro desse período. Connosco, o carro segue sem paragens até à entrada do hotel, tal como descrevemos na página sobre o trajeto de Orly aos hotéis da Disneyland Paris.
Um voo intercontinental não se apanha como um Lisboa-Paris. A Paris Aéroport recomenda que se apresente três horas antes. A French bee e a Air Caraïbes fecham o check-in uma hora e meia antes da descolagem, e para as outras companhias é melhor ler a hora limite no respetivo site. A zona dos balcões de cada voo aparece nos ecrãs do átrio.
A hora a que passamos é escolhida por si. Ao calculá-la, tenha presente que durante o dia a estrada para Orly anda carregada, e que os nossos motoristas encontram obras com muita frequência à volta de Orly 4, de há um ano para cá. Com malas para despachar, mais vale ter margem do que correr.
Perder um voo longo complica a viagem inteira. Vários passageiros contaram-nos que, apesar de terem o trajeto programado numa aplicação, quem o tinha aceitado desistiu pouco antes da hora. Tiveram de procurar outro carro à pressa, em zonas onde havia poucos, e houve quem ficasse em terra. Connosco, a reserva fica atribuída a um motorista, e antes do dia da partida recebe a mensagem em que ele se apresenta.
No aeroporto desce-se no Parking Pro, a poucos metros da entrada, onde se circula muito melhor do que entre os carros dos particulares. O motorista descarrega as malas e leva-as até ao balcão do check-in, caso lho peça. Se preferir a zona de paragem rápida, basta dizer. A ida e a volta podem reservar-se na mesma visita, até 90 dias antes, mesmo para uma descolagem de madrugada e sem acréscimo noturno.
Compare os outros terminais antes de reservar
Aterra em Orly e vai para a Disneyland? Um motorista espera por si e a viagem acaba à porta do hotel. Magical Shuttle, metro e RER, táxi: horários e tempos.
Muda de aeroporto em Paris? Distância, tempos e comboios entre Orly e o Charles de Gaulle, e um motorista que segue o seu voo e o deixa no terminal certo.
Aterra em Orly? Metro 14, Orlyval, táxi, Uber ou um motorista que o espera e o deixa à porta do hotel: tempos bairro a bairro e preço fixado na reserva.
Hôtel à Paris, à Rungis ou sur l’aéroport d’Orly ? Vol suivi, valises chargées, dépose devant l’entrée, même avant la première navette. Prix fixé en réservant.
Orly → gare de Lyon, Montparnasse, gare du Nord, Saint-Lazare ou Massy TGV : durées réelles, métro 14, navette, taxi ou chauffeur réservé à prix fixé d’avance.
Orly → Versailles, La Défense, Stade de France ou votre ville de banlieue : durées réelles, transports, taxi au compteur ou chauffeur réservé à prix fixé d’avance.